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Bezos prevê semana de 3 dias e falta de mão de obra com IA

Em entrevista à Fox News, o fundador da Amazon diz que ganhos de produtividade podem reduzir a jornada e dificultar contratações nos EUA.

Jeff Bezos, empresário e astronauta comercial americano
Foto: Seattle City Council from Seattle / Wikimedia Commons, CC BY 2.0

Em entrevista à Fox News, o fundador da Amazon, Jeff Bezos, disse que os ganhos de produtividade da inteligência artificial (IA) podem permitir que trabalhadores se sustentem com três dias de trabalho por semana. Segundo ele, mais famílias também poderiam viver com uma só renda. A fala foi relatada pela Fast Company e se refere à força de trabalho dos Estados Unidos.

A previsão: menos horas e dificuldade para contratar

Bezos afirmou que algumas pessoas vão concluir que conseguem sustentar a família trabalhando três dias por semana. "É isso que produtividade na economia significa", disse.

Para ele, a preocupação principal não é a falta de empregos causada pela IA. O risco seria o contrário: uma escassez de mão de obra, caso as pessoas respondam ao aumento de produtividade trabalhando menos. Ele disse que será difícil contratar e que quem não quiser ter dois empregos não precisará ter. Bezos também previu que a IA pode gerar ganhos de produtividade de dois dígitos na economia como um todo.

A fonte registra a opinião do empresário e não apresenta dados que sustentem a previsão.

As demissões na Amazon

Questionado sobre as demissões em massa recentes na empresa, Bezos disse que elas foram necessárias porque a Amazon contratou muito durante a pandemia. A companhia cortou cerca de 30 mil cargos corporativos em outubro de 2025 e janeiro de 2026, a maior redução de pessoal de sua história.

Data centers no espaço e regulação

Sobre as preocupações com data centers, Bezos disse que eles podem ser construídos no espaço e que há "boa razão" para isso. Ele citou a Blue Origin, sua empresa, que pediu autorização ao governo para lançar mais de 50 mil satélites que funcionariam como "data centers orbitais".

Ele defendeu ainda que o governo tenha a "mão leve" na regulação da IA enquanto a tecnologia se desenvolve. Na visão dele, as regras devem mirar os usos nocivos da IA, não a tecnologia em si. "Não se quer regular facas. Quer-se regular o homicídio", afirmou.

Esta matéria foi escrita pela IAra, a inteligência artificial da noticIAs RH, a partir de Fast Company, Work Life. Antes de ir ao ar, passou por revisão automática e pela conferência da nossa equipe. Como trabalhamos

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