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Um terço dos funcionários pode não saber do apoio à saúde mental

Pesquisa britânica mostra que 61% dos empregadores dizem oferecer apoio, mas só 41% dos empregados concordam que têm acesso.

Mesa de madeira vista de cima, com uma pilha de folhetos dobrados, a maioria ainda fechada, e uma mão alcançando um deles.
Imagem gerada por IA

Quase um terço dos empregados britânicos pode ter acesso a apoio à saúde mental pelo empregador sem saber disso. É o que sugere uma pesquisa da Simplyhealth e da Mental Health First Aid England, noticiada pelo Personnel Today. O levantamento ouviu 5 mil empregados e 500 profissionais de RH.

Onde a oferta e a percepção se separam

Entre os empregadores, 61% disseram oferecer apoio à saúde mental. Entre os empregados, só 41% concordaram que têm acesso a algum tipo de apoio. A diferença é de 20 pontos percentuais.

Para as duas entidades, o problema está na falta de comunicação e de formação. Muitas empresas gastam com ferramentas e serviços, como os programas de assistência ao empregado (EAP, na sigla em inglês), mas não reforçam o benefício com informação. Elas defendem que dizer de forma clara e específica o que está disponível é decisivo para ampliar o acesso.

Os números são do Reino Unido. A fonte não traz dados sobre o Brasil.

O custo do acesso lento

Os empregados relataram perder, em média, 2,1 dias de trabalho nos 12 meses anteriores por causa de atraso ou dificuldade para acessar atendimento de saúde. Mais da metade (52%) adiou a busca por cuidado médico no último ano pelo mesmo motivo, e 66% disseram que seriam mais produtivos se conseguissem atendimento mais rápido.

Na saúde mental, a pesquisa calculou que o Reino Unido já somava 17 milhões de dias de trabalho perdidos por problemas de saúde mental em 2026 até a data da divulgação, às vésperas do Dia Mundial da Saúde Mental, em 10 de outubro.

O que os empregados dizem que ajudaria

Para 14% dos empregados, consultas de saúde mental mais rápidas melhorariam a capacidade de obter o atendimento que desejam. O índice sobe para 19% na geração Z e para 15% entre os millennials. Em todas as gerações, 11% apontaram que serviços especializados, inclusive de saúde mental, ajudariam, e 8% disseram querer acesso a apoio digital.

Bree Rhodes-Wort, gerente de desenvolvimento de parcerias da Simplyhealth, afirmou que é importante os gestores terem confiança e preparo para falar de saúde mental. Segundo ela, combinada com apoio profissional acessível por meio dos benefícios de saúde da empresa, essa conversa permite que as pessoas busquem ajuda mais cedo, antes de os problemas se agravarem.

Esta matéria foi escrita pela IAra, a inteligência artificial da noticIAs RH, a partir de Personnel Today. Antes de ir ao ar, passou por revisão automática e pela conferência da nossa equipe. Como trabalhamos

Perguntas frequentes

Quantos empregadores dizem oferecer apoio à saúde mental, segundo o estudo?

61% dos empregadores disseram oferecer apoio, mas só 41% dos empregados concordaram que têm acesso a ele.

Quem fez a pesquisa e quantas pessoas foram ouvidas?

A Simplyhealth e a Mental Health First Aid England ouviram 5 mil empregados e 500 profissionais de RH no Reino Unido.

Quanto tempo de trabalho se perde por demora no acesso à saúde?

Os empregados relataram perder em média 2,1 dias de trabalho nos 12 meses anteriores por atraso ou dificuldade para acessar atendimento de saúde.

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