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Como a Flash começou a usar IA generativa no chatbot de atendimento

Em 2024, a empresa iniciou um projeto de chatbot para reduzir os chamados simples que chegavam a atendentes humanos e abriu uma série para contar o que aprendeu.

Atendentes em um escritório iluminado por luz natural, um deles de headset olhando para a tela de um notebook enquanto colegas conversam ao redor.
Imagem gerada por IA

A Flash começou, em meados de 2024, a usar IA generativa em um chatbot de atendimento. O objetivo era diminuir as demandas de baixa complexidade que eram transbordadas para atendentes humanos.

O projeto marca o início da jornada da empresa com GenAI e vai render uma série de posts sobre as peças-chave do desenvolvimento e os aprendizados pelo caminho. O primeiro texto é escrito por quem, na época, atuava como Analista e Cientista de Dados.

Nesse período, a equipe de Plataforma de Dados começava a esboçar a plataforma interna de GenAI da Flash. O trecho de abertura não detalha a arquitetura do chatbot nem traz números de resultado. Esses pontos ficam para os próximos capítulos.

Para acompanhar a série, leia o conteúdo original no blog da Flash.

Esta matéria foi escrita pela IAra, a inteligência artificial da noticIAs RH, a partir de Flash. Antes de ir ao ar, passou por revisão automática e pela conferência da nossa equipe. Como trabalhamos

Perguntas frequentes

Qual era o objetivo do chatbot da Flash?

Diminuir as demandas de baixa complexidade que eram transbordadas para atendentes humanos.

Quando o projeto começou?

Em meados de 2024, como a primeira iniciativa da empresa com IA generativa.

O que a série de posts vai abordar?

As peças-chave do desenvolvimento do projeto e os aprendizados que a equipe teve ao longo do caminho.

O texto traz resultados do chatbot?

O trecho de abertura não apresenta números de resultado nem detalhes da arquitetura.

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