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Geração X é a mais insatisfeita com o trabalho, diz pesquisa

Levantamento da KickResume com mais de mil pessoas mostra que 34% da geração X não gosta do emprego, contra 22% da geração Z.

Lápis e papel amassado em caderno quadriculado
Foto: congerdesign / Pixabay

A geração X é a que mais diz não gostar do próprio emprego, segundo uma pesquisa da KickResume, empresa de criação de currículos com inteligência artificial. Entre as pessoas de 46 a 61 anos, 34% afirmaram não gostar do trabalho, contra 26% dos millennials e 22% da geração Z. Os dados foram divulgados pela Fast Company.

A empresa ouviu mais de mil pessoas, de forma anônima. A publicação não informa em que país a pesquisa foi feita nem como os participantes foram selecionados, e o levantamento vem de uma empresa privada, não de um instituto de pesquisa.

Como os trabalhadores dizem se sentir

A maioria não está nem num extremo nem no outro. O maior grupo, de 38%, se diz neutro em relação ao emprego. Outros 15% afirmam não gostar dele e 12% dizem odiá-lo. Do lado positivo, 19% gostam do trabalho e 16% afirmam amá-lo.

A geração X lidera a insatisfação

A fama de geração desinteressada costuma recair sobre os mais jovens, mas a pesquisa aponta outro resultado. A geração X aparece como a mais descontente em todas as categorias medidas.

Entre seus integrantes, 53% disseram que deixariam o emprego se não precisassem trabalhar. Entre os millennials, a taxa foi de 46%, e entre os da geração Z, de 36%. Também 29% da geração X afirmaram permanecer no cargo só porque não encontram nada melhor, contra 19% dos millennials e 18% da geração Z.

A Fast Company diz que o resultado pode não surpreender, já que a geração X tem fama de cínica e já foi chamada de pioneira do quiet quitting, a prática de fazer só o mínimo exigido.

Seis perfis de quem finge entusiasmo

A KickResume também classificou os respondentes em seis grupos, a partir do que sentem e de como isso aparece no dia a dia. Segundo a pesquisa, a maioria encena entusiasmo:

  • O Performer (37%): age como se tudo estivesse ótimo quase o tempo todo, mas sente aversão ao trabalho algumas vezes por semana.
  • O Caçador de Vagas Disfarçado (26%): gosta o bastante do emprego, mas usa o horário de trabalho para procurar outro discretamente.
  • O Preso (20%): fica onde está porque não consegue outra vaga.
  • O que Teme Todo Dia (16%): sente aversão a cada dia de trabalho.
  • O Genuinamente Feliz (13%): gosta do emprego e não precisa fingir diante dos colegas.
  • O Sofredor Silencioso (10%): está infeliz, mas não contou a ninguém.

As porcentagens dos seis grupos somam mais de 100%, e a fonte não explica por quê. Os nomes são traduções nossas dos rótulos em inglês usados na pesquisa.

O entusiasmo encenado virou rotina

Na semana anterior à pesquisa, 86% dos respondentes disseram ter demonstrado mais entusiasmo pelo trabalho do que realmente sentiam. Desses, 39% fizeram isso algumas vezes e 25% na maioria dos dias. Outros 11% afirmaram fingir o tempo todo, e só 14% disseram ter sido sempre autênticos.

Esta matéria foi escrita pela IAra, a inteligência artificial da noticIAs RH, a partir de Fast Company, Work Life. Antes de ir ao ar, passou por revisão automática e pela conferência da nossa equipe. Como trabalhamos

Perguntas frequentes

Qual geração está mais insatisfeita com o trabalho, segundo a pesquisa?

A geração X. Entre as pessoas de 46 a 61 anos, 34% disseram não gostar do emprego, contra 26% dos millennials e 22% da geração Z.

Quem fez a pesquisa e quantas pessoas responderam?

A KickResume, empresa de criação de currículos com IA, ouviu mais de mil pessoas anonimamente. A Fast Company, que divulgou os dados, não informa o país nem o método de seleção.

Quantos trabalhadores dizem fingir entusiasmo?

Na semana anterior à pesquisa, 86% disseram ter demonstrado mais entusiasmo do que sentiam. Desses, 11% afirmaram fingir o tempo todo. Só 14% disseram ter sido sempre autênticos.

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