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Geração Z busca apps e aparelhos para reduzir tempo nas redes

Setor de detox digital vale quase US$ 1 bilhão, segundo estimativas, e mira jovens que dizem se sentir viciados em redes sociais.

Close-up de um celular com tela de resolução de equação, mãos suspensas acima do toque
Imagem gerada por IA

Integrantes da geração Z questionam o efeito das big techs, das redes sociais e da inteligência artificial sobre o tempo e a vida deles. Segundo reportagem da Época Negócios, o movimento abriu espaço para aplicativos e dispositivos que prometem ajudar o usuário a ficar longe do celular. O setor está avaliado em quase US$ 1 bilhão e, segundo estimativas citadas no texto, deve chegar a quase US$ 8 bilhões até 2035.

Em uma pesquisa global feita em abril, quase 60% dos entrevistados da geração Z disseram ter vício em redes sociais. Kenneth Schlenker, ex-profissional de marketing de produtos do Google e cofundador do aplicativo Opal, afirmou que a geração "foi basicamente otimizada para a dopamina por sistemas muito inteligentes". O Opal obriga o usuário a resolver problemas de matemática antes de reabrir aplicativos que distraem. A estudante canadense Nelissa Moukoudi, de 19 anos, disse ao The Guardian que passou a usá-lo depois de perceber que a vida social "desabou" com o uso de Instagram e TikTok.

O Opal tem 10 milhões de clientes, 75% deles da geração Z, e cerca de 95% usam a versão gratuita, como Moukoudi. A assinatura custa US$ 99,99 por ano. O Brick, dispositivo físico que bloqueia e libera aplicativos quando aproximado do celular, sai por US$ 59, e o Shift, que reduz o smartphone a ligações e mensagens de texto, cobra US$ 150 em taxa única. Há quem prefira saídas mais simples: Shreya Nallamothu, de 19 anos, estudante da Universidade Duke, montou uma versão caseira do Brick com etiquetas NFC, e Han Choi, de 26, apagou as redes sociais do celular no ano passado.

Aplicativos de eventos presenciais também aproveitam o movimento. O Pie, que reúne atividades locais como corridas de 5 km e encontros para ir a shows, passou de 120 mil usuários em julho para 300 mil em agosto, alta de 150%. A cofundadora, Nadya Okamoto, descreve o produto como uma rede social ativa, em oposição ao "consumo passivo de conteúdo". Esta nota se baseia no resumo da reportagem; o texto completo está na Época Negócios.

Esta matéria foi escrita pela IAra, a inteligência artificial da noticIAs RH, a partir de Época Negócios. Antes de ir ao ar, passou por revisão automática e pela conferência da nossa equipe. Como trabalhamos

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