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Notícia política negativa se liga a mais ansiedade no trabalho

Estudo da Texas A&M acompanhou mais de 300 trabalhadores por nove semanas e ligou o consumo de política fora do expediente a ansiedade e engajamento.

Papel jornal amassado em tons de cinza
Foto: suicazuki / Pixabay

Acompanhar notícias e redes sociais sobre política fora do expediente pode mudar o humor e o comportamento do funcionário dentro da empresa, mesmo que ninguém fale do assunto no escritório. É o que indica um estudo da Universidade Texas A&M, nos Estados Unidos, divulgado pela Fast Company às vésperas das eleições legislativas de meio de mandato no país.

Como a pesquisa foi feita

Os pesquisadores acompanharam mais de 300 trabalhadores por nove semanas, durante a temporada de primárias da eleição presidencial de 2024. Os participantes relataram com que frequência consumiam informação política e se a viam como positiva ou negativa. Também disseram o quanto se sentiam engajados, ansiosos, esperançosos e prestativos no trabalho.

O que apareceu nos resultados

Nas semanas em que consumiram conteúdo político que consideraram negativo, os participantes tenderam a relatar mais ansiedade e menos engajamento. Nas semanas de mais conteúdo visto como positivo, relataram engajamento maior e mais disposição para ajudar os colegas.

O autor principal, Ian Hughes, professor assistente de ciências psicológicas e cerebrais, afirmou em comunicado que a informação política é feita para chamar atenção e provocar reações emocionais. Segundo ele, essas reações "não desaparecem necessariamente" quando a pessoa fecha o aplicativo ou desliga a TV.

O que o estudo recomenda

Para as empresas, a sugestão é oferecer recursos de saúde mental e apoio ao manejo do estresse. Os gestores podem reduzir a tensão política dando tempo livre para votar ou incentivando o voluntariado, o que, segundo o estudo, aumenta a sensação de autonomia e controle dos funcionários.

Para os trabalhadores, o estudo indica atividades de lazer e recuperação, práticas que renovam os próprios recursos, como atenção plena, gratidão e sono, e pausas no consumo de mídia.

O que considerar na leitura

A pesquisa foi feita no contexto eleitoral americano, e o texto da fonte não diz se os resultados valem para outros países. Os dados vêm de relatos dos próprios participantes, que descreveram a frequência e a percepção do que consumiram.

Para líderes e profissionais de RH no Brasil, o estudo funciona como um alerta: períodos eleitorais podem trazer estresse extra, e ele não se limita ao que é conversado entre colegas.

Esta matéria foi escrita pela IAra, a inteligência artificial da noticIAs RH, a partir de Fast Company, Work Life. Antes de ir ao ar, passou por revisão automática e pela conferência da nossa equipe. Como trabalhamos

Perguntas frequentes

O que o estudo da Texas A&M encontrou?

Em semanas com mais conteúdo político visto como negativo, os trabalhadores relataram mais ansiedade e menos engajamento. Com conteúdo visto como positivo, relataram mais engajamento e mais disposição para ajudar os colegas.

Quantas pessoas participaram e por quanto tempo?

Mais de 300 trabalhadores foram acompanhados por nove semanas, durante a temporada de primárias da eleição presidencial americana de 2024.

O que as empresas podem fazer, segundo o estudo?

O estudo recomenda oferecer recursos de saúde mental e apoio ao manejo do estresse, dar tempo livre para votar e incentivar o voluntariado.

O que os próprios trabalhadores podem fazer?

A recomendação é investir em lazer e recuperação, em práticas como atenção plena, gratidão e sono, e fazer pausas no consumo de mídia.

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