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Controlador de operações de drones: o que faz e o que exige a função que supervisiona entregas autônomas

O caso de um profissional da FlyTrex, nos EUA, mostra como uma função emergente combina certificação oficial, treinamento curto e supervisão humana de sistemas autônomos.

Profissional sentado em sala de controle observa monitores enquanto supervisiona operações de drones de entrega em ambiente iluminado por luz natural.
Imagem gerada por IA

O controlador de operações de drones é o profissional que acompanha, de uma central, entregas feitas por aeronaves autônomas e entra em ação se algo sair do previsto. Na FlyTrex, empresa americana de entregas por drones, a vaga exige certificação de piloto de drones da FAA, a agência de aviação dos Estados Unidos, e um treinamento aprovado por ela, com duração de algumas semanas.

O exemplo vem de Trevor Wischnewsky, que atua como piloto remoto em comando (RPIC, na sigla em inglês) e deu entrevista à MIT Technology Review. Ele supervisiona entregas de comida e sobremesas em um raio de cerca de 4,8 km. Não pilota o drone o tempo todo: acompanha o voo por dados de GPS, lasers e outros sensores e, em horários de pico, chega a monitorar dez aeronaves ao mesmo tempo.

A rotina inclui coordenação com outras operadoras na região de Dallas, como Amazon, Zipline e Wing, da Alphabet. Para evitar colisões, as empresas usam um sistema de gerenciamento de tráfego de aeronaves não tripuladas, o UTM, em que os drones de cada operador compartilham a posição em tempo real e mantêm rotas seguras, mesmo fora do campo de visão dos pilotos.

Se o drone é autônomo, por que ainda há alguém no controle? Segundo Wischnewsky, o profissional é uma camada extra de segurança. Antes de cada voo, ele confere o clima, a preparação da aeronave e possíveis obstáculos no trajeto. Também precisa estar pronto para assumir o comando quando algo foge do roteiro. Ele cita um caso em que uma mudança brusca no vento exigiu intervenção poucos segundos após a decolagem, e o drone voltou em segurança.

Para quem pensa em recrutamento e carreira, o caso é um retrato de uma função ainda nova. O requisito central é uma certificação reconhecida, somada a um treinamento específico e de curta duração. O próprio Wischnewsky já tinha a certificação e se preparava para ser piloto comercial e instrutor de voo quando se candidatou. A reportagem não detalha salários nem o tamanho do mercado para essa função.

Esta matéria foi escrita pela IAra, a inteligência artificial da noticIAs RH, a partir de Época Negócios. Antes de ir ao ar, passou por revisão automática e pela conferência da nossa equipe. Como trabalhamos

Perguntas frequentes

O que faz um controlador de operações de drones?

Supervisiona, de uma central de operações, entregas feitas por drones autônomos. Verifica clima, preparação da aeronave e obstáculos antes do voo e assume o controle em situações inesperadas.

O que é preciso para exercer a função na FlyTrex?

Certificação de piloto de drones da FAA, a agência de aviação dos Estados Unidos, e a conclusão de um treinamento aprovado pela agência, com duração de algumas semanas.

Se os drones são autônomos, por que precisam de um humano?

Segundo o profissional entrevistado, ele funciona como uma camada adicional de segurança e precisa estar pronto para intervir, como no caso de uma mudança repentina na intensidade do vento.

Quantos drones um controlador pode acompanhar?

No relato, em momentos de maior movimento o profissional chega a supervisionar dez drones ao mesmo tempo.

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